Uma parceria entre a USP e a Kaizen Games resultou em mais uma ilha incluída na Mainland Brasil, destinada a um projeto de e-learning chamado Cidade do Conhecimento. Até aí nada impressionante, embora seja uma boa notícia e de interesse público. Começa a melhorar quando me foi delegada a nobre tarefa de entrar em contato com Tori Horton, da University of Southern California (USC), e conseguir uma cópia de um auditório para o projeto.
Após alguns e-mails, recados na secretária eletrônica, mensagens off-line e outros desencontros como o fuso horário, finalmente nos encontramos in-world. Na ocasião, ela teria um evento iniciando em precisos 7 minutos e não poderia tratar sobre o anfiteatro naquele momento, mas me convidou para participar.
Teletransportei-me então para a International Island, onde Cory Ondrejka, uma das pessoas mais importantes para o desenvolvimento do Second Life na Linden Lab até o ano passado (ao lado do ex-CEO Phillip Rosedale), e Douglas Thomas, professor associado na Annenberg School for Communication da USC, convidavam os residentes a imaginar meios pelos quais os ambientes virtuais como o próprio Second Life poderiam contribuir para com o bem-estar geral da população. Os melhores trabalhos ainda poderão ser patrocinados, como descrito no site do projeto, pela própria Tori Horton, que foi muito atenciosa.
Ao final do evento, ao acionar por descuido meu microfone e despertar interesse em alguns residentes pelo idioma "não identificado", em particular Rhiannon Chatnoir, integrante do The Vesuvius Group, mais um novo e interessante contato estava feito.
Depois disso tudo, alguém ainda poderia perguntar:
- Por quê usar Second Life?
e eu poderia responder simplesmente:
- Porque SL é um ambiente virtual em três dimensões interativo e em tempo real que possui uma infra-estrutura sofisticada, ampla e relativamente simples de aprender e usar. Permite, através de pequenos scripts em alto nível, o uso de recursos como simulação de física ou comunicação web via requisições http.
mas esta experiência me mostrou que o ambiente virtual é realmente intangível e pode ir muito além dessa resposta superficial.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Second Life and the Public Good
Postado por
Vagner (Uru)
às
00:09
Marcadores: metaversos, Relações Humanas, second life
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